Jane Eyre

E com o livro “Uma casa em Portugal” lido, (um livro de leitura muito fácil e que me ofereceu algumas horas de boa disposição), é altura de partir para uma nova aventura. Desta vez o escolhido é o famoso “Jane Eyre”, publicado em 1847 em Inglaterra, pela escritora Charlotte Brontë, e lançado em Portugal apenas em 1941. Já o comecei a ler a estou  a gostar muito.

“Jane Eyre é uma obra-prima da literatura inglesa, a autobiografia ficcionada de uma jovem que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Plenamente correspondida nos seus sentimentos, Jane julga ter encontrado o amor por que ansiara toda a vida, mas Thornfield Hall esconde um segredo tenebroso que ameaça ensombrar a sua felicidade. Numa atmosfera misteriosa e inesquecível, acompanhamos esta heroína de espírito puro e apaixonado, que trava uma luta interior constante para se manter fiel às suas convicções e a si própria. Jane Eyre tem agora uma nova versão cinematográfica, com Mia Wasikowska, Michael Fassbender e Judi Dench nos principais papéis.”

Bolo de bolacha

Hoje quando cheguei a casa fui prendada por um bolo de bolacha 🙂 A pasteleira cá de casa quer-nos engordar à força é o que é 😀

Aqui fica a receita:

2 pacotes de bolacha Maria
4 gemas de ovo
200 gr. de açúcar (penso que se pode cortar um bocadinho neste ingrediente)
150 gr. de manteiga
200 ml de café forte

Bater muito bem a manteiga, o açúcar e os ovos até ficar uma mistura cremosa. Embeber as bolachas no café.  Colocar num prato grande uma camada de bolachas seguida de uma de creme e assim sucessivamente até as bolachas terminarem. Por fim, cobrir tudo com o creme e decorar com bolacha triturada.

 Há muito tempo que não comia um bolo de bolacha, pois leva muita manteiga e gosto de evitar as gorduras, mas não podia fazer essa desfeita à minha pequenina. E devo dizer que estava realmente muito bom! 😉

 

Chinelos

Há cerca de um ano ofereceram-me uns moldes para fazer uns chinelos, mas só agora predispus-me a fazê-los. A parte de cima foi feita com aproveitamento de tecido de uma saia de bombazine. O tecido da sola sobrou de um outro projecto. A fitinha do laço também já a tinha, apenas tive de comprar o viés e o feltro do mesmo tom, que utilizei para fazer a sola e parte do aplique. Foram os meus primeiros chinelos, não posso dizer que as costuras estejam perfeitas, mas é fazendo que se aprende.  

 

 

 

 

Cheesecake

“Apesar de ter nascido na Grécia há muito tempo, o cheesecake só se popularizou nos anos 1970, quando era uma das sobremesas mais populares dos Estados Unidos, e principalmente, de Nova Iorque.”

Esta é uma breve descrição que a Wikipédia faz do Cheesecake. As receitas que existem são inúmeras, nós já experimentamos pelo menos umas três e todas elas deliciosas. Penso que a qualidade dos ingredientes também ajuda muito.

Aqui fica o que a minha filha do meio, a “Boss” cá de casa, fez ontem, para a sobremesa de um almoço com amigos 🙂

 

Forminhas para bolos

Hoje em dia existem imensas forminhas de papel para bolos, estas que vos mostro fizeram-me recuar no tempo e tive de as trazer para casa. Agora vão ficar à espera de uma bela receita para serem usadas. Espero que seja muito em breve! 😉

O Jardim do Palácio de Queluz

Apesar de já lá termos estado há cerca de duas semanas, não podia deixar de colocar aqui algumas fotos deste sitio fantástico e com uma energia especial, o jardim do Palácio de Queluz. Passamos um agradável fim de tarde com o pequenito a correr de um lado para o outro, a cair e a ficar cheio de pó, mas ser criança é mesmo assim 🙂

 

Uma casa em Portugal

Há alturas em que vejo vários livros que gostaria de ler, outras porém, como é o caso, levo horas a procurar e não aparece “o tal”. Bem, mas depois de muitaaaaa procura, lá encontrei o que me parece ser o dito cujo, pelo menos assim o espero. 🙂 Chama-se “Uma Casa em Portugal” e trata-se de uma história verídica, um dos géneros que gosto.

“Uma história verdadeira que relata as alegrias e as frustrações de um casal de americanos a viver em Portugal. Para escapar ao inverno rigoroso da Nova Inglaterra, Richard e Barbara Hewitt decidem comprar uma casa com 300 anos situada numa aldeia minúscula nos arredores de Lisboa. Assim começam as aventuras — e as desventuras — do casal. Em breve descobrem que a sua pitoresca casa de sonho é não apenas estruturalmente frágil, como não possui nenhuma das condições básicas de conforto. Por outro lado, o contacto com a população local revela-se frequentemente desconcertante. António, o auto-proclamado mestre pedreiro e carpinteiro, mostra-se exímio na arte de arranjar desculpas para faltar ao trabalho, e Alberto, o electricista, desempenha as suas funções de uma forma extremamente sui generis, isto é, por tentativa e erro.
Servido por um humor irresistível e, afinal, por uma ternura muitas vezes tocante pelas coisas portuguesas, Uma casa em Portugal irá certamente deliciar o leitor. As considerações de Richard Hewitt sobre a «lógica singular» do estilo de vida português surgem impregnadas dessa frescura que é apanágio dos observadores estrangeiros, capazes de se espantarem com um sem número de idiossincrasias e peculiaridades que nos passam despercebidas…Richard HEWITT cresceu na zona da baía de São Francisco e estudou em oito universidades diferentes, incluindo as Universidades de Beirute e de Viena e a Universidade da Califórnia, em Berkeley. Foi jogador profissional de golfe, bombeiro, arquitecto e tradutor de diversas línguas. Ele e a mulher, Barbara, uma conhecida pintora, dividem a sua vida entre Massachusetts e Sintra.”

Piquenique na natureza

Por vezes os passeios que não são planeados são os que correm melhor. Foi o que aconteceu neste domingo. Estavamos sem saber o que fazer para o almoço, quando decidimos ir fazer um piquenique, fomos comprar uns frangos assados e lá partimos para a serra de Sintra, mais propriamente para o parque das merendas na Peninha, foi um dia maravilhoso!

Descanso merecido

Janela para a serra

Amoras selvagens

À espera…

Revistas ponto cruz

Encontrei duas revistas de ponto cruz perdidas numa loja de móveis em 2ª mão. A pesar de não estar a pensar fazer nada em ponto cruz, achei os desenhos tão coloridos e bonitos que decidi trazê-las para casa. Comprei-as por 0.50 € cada, há uns bons anos atrás custaram a quem as comprou 400$00 cada. Acho que tenho de aproveitar um dos desenhos 🙂

Quadro redwork

Com o trabalho de redwork pronto, decidi homenagear o mês e o ano do meu nascimento, bordei-os no Redwork, emoldurei e pendurei numa parede do escritório ao lado de outros quadros também eles feitos à mão.