Jane Eyre

E com o livro “Uma casa em Portugal” lido, (um livro de leitura muito fácil e que me ofereceu algumas horas de boa disposição), é altura de partir para uma nova aventura. Desta vez o escolhido é o famoso “Jane Eyre”, publicado em 1847 em Inglaterra, pela escritora Charlotte Brontë, e lançado em Portugal apenas em 1941. Já o comecei a ler a estou  a gostar muito.

“Jane Eyre é uma obra-prima da literatura inglesa, a autobiografia ficcionada de uma jovem que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Plenamente correspondida nos seus sentimentos, Jane julga ter encontrado o amor por que ansiara toda a vida, mas Thornfield Hall esconde um segredo tenebroso que ameaça ensombrar a sua felicidade. Numa atmosfera misteriosa e inesquecível, acompanhamos esta heroína de espírito puro e apaixonado, que trava uma luta interior constante para se manter fiel às suas convicções e a si própria. Jane Eyre tem agora uma nova versão cinematográfica, com Mia Wasikowska, Michael Fassbender e Judi Dench nos principais papéis.”

Uma casa em Portugal

Há alturas em que vejo vários livros que gostaria de ler, outras porém, como é o caso, levo horas a procurar e não aparece “o tal”. Bem, mas depois de muitaaaaa procura, lá encontrei o que me parece ser o dito cujo, pelo menos assim o espero. 🙂 Chama-se “Uma Casa em Portugal” e trata-se de uma história verídica, um dos géneros que gosto.

“Uma história verdadeira que relata as alegrias e as frustrações de um casal de americanos a viver em Portugal. Para escapar ao inverno rigoroso da Nova Inglaterra, Richard e Barbara Hewitt decidem comprar uma casa com 300 anos situada numa aldeia minúscula nos arredores de Lisboa. Assim começam as aventuras — e as desventuras — do casal. Em breve descobrem que a sua pitoresca casa de sonho é não apenas estruturalmente frágil, como não possui nenhuma das condições básicas de conforto. Por outro lado, o contacto com a população local revela-se frequentemente desconcertante. António, o auto-proclamado mestre pedreiro e carpinteiro, mostra-se exímio na arte de arranjar desculpas para faltar ao trabalho, e Alberto, o electricista, desempenha as suas funções de uma forma extremamente sui generis, isto é, por tentativa e erro.
Servido por um humor irresistível e, afinal, por uma ternura muitas vezes tocante pelas coisas portuguesas, Uma casa em Portugal irá certamente deliciar o leitor. As considerações de Richard Hewitt sobre a «lógica singular» do estilo de vida português surgem impregnadas dessa frescura que é apanágio dos observadores estrangeiros, capazes de se espantarem com um sem número de idiossincrasias e peculiaridades que nos passam despercebidas…Richard HEWITT cresceu na zona da baía de São Francisco e estudou em oito universidades diferentes, incluindo as Universidades de Beirute e de Viena e a Universidade da Califórnia, em Berkeley. Foi jogador profissional de golfe, bombeiro, arquitecto e tradutor de diversas línguas. Ele e a mulher, Barbara, uma conhecida pintora, dividem a sua vida entre Massachusetts e Sintra.”