O grande livro da costura

Dedico este post à minha amiga Sandrinha  🙂

À muito que andava à procura do livro chamado “O grande livro da costura”, numa conversa com a minha amiga Sandra vim a saber que a mãe dela tinha lá por casa um que não tinha uso. Sabendo elas como sou apaixonada por costura ofereceram-me esta verdadeira relíquia! Ensina a fazer desde cortinados, roupa, bolsas, bonecos, patchwork e muito mais, tudo explicado ao mais ínfimo pormenor! Muito obrigada às duas!!!

 

Pássaros Feridos

“Pássaros Feridos” é o meu actual livro, comecei a lê-lo há dois dias e estou a gostar muito. Fiquei um pouco decepcionada com “O Mercador de Livros Malditos“, esperava mais de um livro que era comparado aos brilhantes “O Nome da Rosa” e “Os Pilares da Terra”. Gosto de livros que me prendam e surpreendam, o que não se passou com este,  achei-o previsível. Penso que “Pássaros Feridos” vai ser um bom companheiro de viagem 🙂

 “Pássaros Feridos é a saga vigorosa e romântica de uma família singular, os Clearys. Começa no princípio do século XX, quando Paddy Cleary leva a mulher, Fiona e os sete filhos do casal para Drogheda, vasta fazenda de criação de carneiros, propriedade da irmã mais velha, viúva autoritária e sem filhos; e termina mais de meio século depois, quando a única sobrevivente da terceira geração, a brilhante actriz Justine O’ Neill, muitos meridianos longe das suas raízes, começa a viver o seu grande amor.

Personagens maravilhosas povoam este livro: o forte e delicado Paddy, que esconde uma recordação muito íntima; a zelosa Fiona, que se recusa a dar amor porque este, um dia, a traiu; o violento e atormentado Frank e os outros filhos do casal Cleary, que trabalham de sol a sol e dedicam a Drogheda a energia e devoção que a maioria dos homens destina às mulheres; Meggie, Ralph e os filhos de Meggie, Justine e Dane. E a própria terra: nua, inflexível nas suas florações, presa de ciclos gigantescos de secas e cheias, rica quando a natureza é generosa, imprevisível como nenhum outro sítio na terra.

“Verdadeiramente maravilhoso… um épico estrondoso, com uma extrema sensibilidade para as emoções humanas.”
New York Times”

Jane Eyre

E com o livro “Uma casa em Portugal” lido, (um livro de leitura muito fácil e que me ofereceu algumas horas de boa disposição), é altura de partir para uma nova aventura. Desta vez o escolhido é o famoso “Jane Eyre”, publicado em 1847 em Inglaterra, pela escritora Charlotte Brontë, e lançado em Portugal apenas em 1941. Já o comecei a ler a estou  a gostar muito.

“Jane Eyre é uma obra-prima da literatura inglesa, a autobiografia ficcionada de uma jovem que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Plenamente correspondida nos seus sentimentos, Jane julga ter encontrado o amor por que ansiara toda a vida, mas Thornfield Hall esconde um segredo tenebroso que ameaça ensombrar a sua felicidade. Numa atmosfera misteriosa e inesquecível, acompanhamos esta heroína de espírito puro e apaixonado, que trava uma luta interior constante para se manter fiel às suas convicções e a si própria. Jane Eyre tem agora uma nova versão cinematográfica, com Mia Wasikowska, Michael Fassbender e Judi Dench nos principais papéis.”

D. Maria II

Hoje comecei a ler um novo livro, D. Maria II  “Tudo por um Reino”, da escritora Isabel Stilweel. Na realidade, apenas li umas quatro páginas, mas o suficiente para me prender a atenção. Já li outros livros desta escritora e gostei. Penso que este também não me irá desiludir.

“Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de Portugal. Um país do outro lado do oceano que nunca havia pisado.

A sua infância foi vivida no Brasil, entre o calor e os papagaios coloridos que admirava na companhia dos seus irmãos e da sua adorada mãe, D. Leopoldina. A ensombrar esta felicidade apenas Domitília, a amante do seu pai, imperador do Brasil e D. Pedro IV de Portugal. Em 1828 parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus adorados irmãos e a marquesa de Aguiar, sua amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declara rei de Portugal, e a quem estava prometida em casamento, D. Maria acaba por desembarcar em Londres onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra a quem ficará para sempre ligada por uma estreita relação de amizade. Aos 15 anos, finda a guerra civil, D. Maria pisa pela primeira vez o solo do seu país. Seria uma boa rainha para aquela gente que a acolhia em festa e uma mulher feliz, mais feliz do que a sua querida mãe. Fracassada a sua união com o tio, agora exilado, casa-se com Augusto de Beauharnais que um ano depois morre de difteria.

Maria era teimosa, não desistia assim tão facilmente da sua felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, pai dos seus onze filhos, quatro deles mortos à nascença.”