As agulhas não param

Fim de semana de Páscoa foi tempo de estar com a família e aproveitar para dar início a outro par de meias, seguramente a serem usadas só lá para o Outono, mas as agulhas não podem ficar paradas.

 

Coelhinho em tricot

Aproveitei o fim de semana para tricotar um boneco, foi a primeira vez que o fiz em tricot e foi de tal forma engraçado e viciante que todos os bocadinhos livres era para o tricotar.

E como a Páscoa está a chegar, deixo-vos aqui o endereço onde podem descarregar gratuitamente a receita.

Mala para tricot

Depois de tingir o fio que vos tinha falado aqui, urdi a teia e comecei a tecer, mas um erro ao  calcular a  densidade  do fio, fez  com  que a  teia  ficasse  menos compacta do que o previsto e acabei por não dar continuidade ao trabalho. No entanto, aproveitei o fio  para o trabalhar em crochet e com dois pares de calças de ganga e tecido que tinha cá por casa acabei  por   fazer uma  mala  para levar o tricot,  para os meus encontros com os amigos tricotadeiros.

 

Mais um par de meias

Comprei este fio  há já  algumas  semanas,  para  fazer  umas  meias  para  dormir, tenho andado indecisa no modelo a seguir, até porque me arrependi de o ter comprado, mas já que o comprei tenho de o trabalhar.

Gola em ponto Royal Quilting

Finalmente terminei a gola que vos tinha falado aqui.

Levou algum  tempo a  fazer, porque  alterei o  ponto do  projecto inicial e o fio que tinha comprado não era suficiente, quando voltei à loja para comprar mais um novelo, estava esgotado. A semana passada chegou e aqui está ela, terminada.

A receita do ponto foi retirada daqui e adaptada à gola.

Tricotar em ponto Royal Quilting

Descobri este ponto no “pinterest” e  foi amor à  primeira  vista, desconheço como se chama em português.

Estou a usar o fio que vos mostro abaixo, mas neste momento o trabalho está parado, porque estou a aguardar que chegue  outro novelo. Quando  estiver pronto, conto-vos todos os pormenores.

Luvas Corujas

O frio é uma excelente desculpa para  tricotar.  Desta  vez o destinatário foi o  pequenote, que foi prendado com estas luvas, ele gostou e eu fiquei muito satisfeita.

O fio é da DMC “Wooly” o modelo foi retirado do Raverly, segui as cores do modelo, mas alterei os contrastes.

E cá está ele…

E aqui está o meu  poncho! Digo  meu,  porque  na  realidade  fui  “obrigada” a  inventá-lo.

Tenho o hábito de comprar fio  e depois logo  vejo o que vou fazer com ele.  Desta  vez, quando o comprei sabia  que ia  fazer um  poncho, mas não  tinha nenhuma receita  em concreto. Pesquisei na Dropsdesign e fiquei  apaixonada  por este. No  meu entender, a diferença seria  apenas  o nº de agulhas com que iria ser feito, ou seja, o da Drops  com agulhas nº 4,  e eu tinha  comprado fio  para  agulhas nº 8, ainda  assim  decidi que  era aquele,  bastava  montar  metade  das  malhas  e  tudo iria  dar certo,  por isso toca  de começar.  Quando  terminei  o canelado  do cós,  percebi  que  estava  errada,  quando começasse  as diminuições o  esquema do  desenho seria cortado e  ficaria  sem graça nenhuma. Decidi não desmanchar,   mas sim aplicar um esquema  que  tivesse  cá  por casa e ir fazendo  as  minhas  diminuições. Tive  de  fazer  algumas  contas,  é verdade, desmanchar algumas vezes, suspirar outras tantas, mas finalmente nasceu!

Hoje teria feito algumas alterações,  nomeadamente nos  mates centrais, mas os  erros servem para aprender.

O fio é 100% acrílico,  e  muito  embora  não  seja  a  minha composição preferida,  gostei muito deste. Não é  de  nenhuma  marca  conhecida,  Sport, e foi  comprado na retrosaria Sadolã em Setúbal.

Gostaria também de  partilhar convosco dois  vídeos, o  da montagem das malhas, que é óptimo quando  temos de  montar muitas  malhas e não sabemos  a quantidade de fio que vamos necessitar, e por  último o do remate da gola em canelado 2×2, que muito  embora pareça muito complicado de início, rapidamente nos adaptamos ao seu mecanismo.