A natureza é sem dúvida perfeita e fantástica, hoje de manhã ao acordar e abrir a janela fui brindada com um céu maravilhoso! Que belo início de dia 🙂
A natureza é sem dúvida perfeita e fantástica, hoje de manhã ao acordar e abrir a janela fui brindada com um céu maravilhoso! Que belo início de dia 🙂
Apesar do frio, o meu “jardim” continua a florir e como estamos quase no Natal comprei um azevinho para fazer companhia às plantinhas que tenho na minha varanda. Não sei se sabem, mas o azevinho é um espécie em risco de extinção, porque ao longo dos anos os ramos têm sido cortados para efeitar as casas pela altura do Natal.
Após alguma pesquisa sem resultados em hipermercados e floristas, lá consegui encontrar um vaso no Horto do Campo Grande.
Para quem desconhece, apenas a fêmea dá as lindas bolinhas vermelhas, claro que trouxe para casa uma menina!! E agora estou a aguardar que a mesma dê o tão esperado fruto que irá dar cor à minha varanda 🙂
A minha coroa de Natal já era velhinha e decide fazer uma nova. Neste blog encontrei várias ideias, mas como não encontrei nenhum tutorial resolvi seguir a ideia da coroa feita com tecido e experimentar fazer com guardanapos. Não desgostei completamente do resultado.
Usei um pacote de guardanapos vermelhos Renova 23×23 cm, uma argola de 27 cm de esferovite, depois foi recortar os guardanapos em tiras, dar um nó ao meio e colar com cola quente por de trás do nó à esferovite e temos uma coroa muito barata! 🙂
“Pássaros Feridos” é o meu actual livro, comecei a lê-lo há dois dias e estou a gostar muito. Fiquei um pouco decepcionada com “O Mercador de Livros Malditos“, esperava mais de um livro que era comparado aos brilhantes “O Nome da Rosa” e “Os Pilares da Terra”. Gosto de livros que me prendam e surpreendam, o que não se passou com este, achei-o previsível. Penso que “Pássaros Feridos” vai ser um bom companheiro de viagem 🙂
“Pássaros Feridos é a saga vigorosa e romântica de uma família singular, os Clearys. Começa no princípio do século XX, quando Paddy Cleary leva a mulher, Fiona e os sete filhos do casal para Drogheda, vasta fazenda de criação de carneiros, propriedade da irmã mais velha, viúva autoritária e sem filhos; e termina mais de meio século depois, quando a única sobrevivente da terceira geração, a brilhante actriz Justine O’ Neill, muitos meridianos longe das suas raízes, começa a viver o seu grande amor.
Personagens maravilhosas povoam este livro: o forte e delicado Paddy, que esconde uma recordação muito íntima; a zelosa Fiona, que se recusa a dar amor porque este, um dia, a traiu; o violento e atormentado Frank e os outros filhos do casal Cleary, que trabalham de sol a sol e dedicam a Drogheda a energia e devoção que a maioria dos homens destina às mulheres; Meggie, Ralph e os filhos de Meggie, Justine e Dane. E a própria terra: nua, inflexível nas suas florações, presa de ciclos gigantescos de secas e cheias, rica quando a natureza é generosa, imprevisível como nenhum outro sítio na terra.
“Verdadeiramente maravilhoso… um épico estrondoso, com uma extrema sensibilidade para as emoções humanas.”
New York Times”
Este ano resolvi fazer o meu próprio calendário de advento. Já há alguns anos, comprei um para as minhas filhas, mas agora gostava de fazer um novo para o Gabriel. Tinha de ser algo que não me levasse muito tempo a fazer e que fosse diferente. Sem nenhuma ideia pré-definida, comprei feltro vermelho, e comecei a pensar no que poderia fazer com ele, depois as ideias foram surgindo e o projecto foi tomando forma.
Como fiz:
Fiz e recortei em papel o formato de uma etiqueta. Com uma caneta para tecido, passei o molde para o feltro, tantas vezes quanto o número de etiquetas necessárias, neste caso 25. Recortei, fiz um furo com um furador de papel normal, coloquei o cordel, e decorei as etiquetas. Para os números recortei entretela autocolante, carimbei-os e passei com o ferro para a agarrar ao feltro. A decoração restante foi maioritariamente colada com cola quente, para garantir que com o tempo não se descola. A parte de trás da etiqueta onde irei colocar o chocolate foi colada também com a mesma cola.
Espero que gostem 🙂
A tarde de hoje foi passada ao sol, entre o mar e a serra. Andámos pela Lagoa de Albufeira, Serra da Azoia, Aldeia do Meco, e arredores. Apesar do vento e do frio foi um passeio a repetir.

O chá Principe já secou e chegou a altura de o cortar e guardar num frasco, que irá ser aberto muito em breve, porque estou desejando experimentar o chá, que foi plantado, regado, cortado e seco por mim! 🙂
As etiquetas comprei na Arboretto e acho que os frasquinhos ficam uma graça.
Mais uma vez foi a minha pequena cozinheira que foi para o meio dos tachos e fez-nos este pudim de maçã. Foi a primeira vez que ela fez um pudim em banho-maria e a verdade é que não correu muito bem, quando foi desenformar reparou que ainda não estava totalmente cozido, mas como para tudo existe uma solução, pusemos o preparado numa forma rectangular e foi novamente ao forno o tempo suficiente para acabar de cozer e ficou uma delicia!! A única alteração que ela fez à receita original foi acrescentar canela 🙂
Com a aproximação do Natal, as lojas enchem-se de coisas bonitas e por vezes é dificil de resistir à tentação de as trazer para casa. Este miminho encontrei-o na loja “Mediterranea” na Av. Guerra Junqueiro em Lisboa e foi comprado para acender o incenso. A lixa encontra-se na parte de baixo da lata 🙂
Hoje fiz uma lancheira térmica para levar o almoço para o trabalho. Este projecto foi efectuado sem planeamento, sabia que queria fazer uma lancheira pequena o suficiente para caber dentro da mala, tinha uma ideia do que queria e deixei-me levar pelo improviso. Acabou por sair o trabalho que vos mostro. 🙂 Para a fechar usei velcro, mas julgo que ficava melhor com um fecho, é o que dá fazer as coisas sem as planear, mas desta forma também se aprende.
