Mala para tricot

Depois de tingir o fio que vos tinha falado aqui, urdi a teia e comecei a tecer, mas um erro ao  calcular a  densidade  do fio, fez  com  que a  teia  ficasse  menos compacta do que o previsto e acabei por não dar continuidade ao trabalho. No entanto, aproveitei o fio  para o trabalhar em crochet e com dois pares de calças de ganga e tecido que tinha cá por casa acabei  por   fazer uma  mala  para levar o tricot,  para os meus encontros com os amigos tricotadeiros.

 

Cachecol tecido no tear

Depois de algumas horas a fiar, resolvi aproveitar o fio para tecer um cachecol. Urdi e montei a teia com fio comprado ao peso na Artimoda e teci com o meu fio.

Dia de sol e fio para urdir

O  dia  esteve  perfeito,  para  tirar  fotos ao  meu  novo  fio, comprado há largas semanas e que irá ser urdido e trabalhado no tear.
Comprei-o na  ArtiModa,  uma  loja a  visitar  mais vezes,  tanto pela simpatia,  como  pela variedade de fios, óptimos para tecer e não só.

 

 

Experiências de tecelagem

Depois das aulas de  tecelagem, chegou  a  altura  de  fazer  experiências  no tear  cá  de casa. Para os primeiros testes estou a usar restos de lãs.

Ontem  urdi   e  montei  a  teia  no  tear, hoje  verifiquei  que  existiam  alguns fios que  não estavam bem colocados nos liços, tirei tudo, voltei a colocar e comecei a tecer.
Confesso que errar e fazer de novo é muito aborrecido, mas  não  desistir  vale  sempre a pena.

 

 

Tecer

Há  uns  largos meses,  comprei  um  tear,  que  esteve  parado até  gora, não  por minha vontade, mas porque, por um lado  não sabia trabalhar  nele  e  por  outro não  conseguia encontrar  quem me  ensinasse.  No  entanto, uma ida  à  FIA,  pôs-me  em contacto com a pessoa certa para me ensinar,  a   Guida  Fonseca, uma  artista  de   mão  cheia  e  uma pessoa  fantástica,  com  quem  tive  o privilégio de passar  algumas horas a  aprender  as bases da sua arte.

A teia já montada no tear depois de urdida, pronta para iniciar o trabalho.

O meu primeiro projecto, uma amostra da sarja e os seus derivados.

Agora vou tentar transportar o que aprendi para o tear cá de casa.

Cardar, fiar, tingir e tecer

Conhecer o ciclo da lã é sem dúvida importante e muito interessante para quem a trabalha.
Quando comecei a tricotar comprava os fios sem me importar muito com a sua composição, a cor e a textura eram o suficiente para a minha escolha, mas quando comecei a conhecer melhor os fios, percebi que o toque de um fio sintético não se compara a um natural, e se esse natural tiver na sua mistura seda, então é maravilhoso. Estou a falar de fios naturais que provenham de animais, como merino ou alpaca, pois não tenho muito experiência com fibras vegetais, como o algodão, linho, etc

Cardar, fiar, tingir e tecer vão ser alguns dos temas que vos irei falar futuramente.

Para já, estou a aprender 🙂